Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Mimos … a Mais …

 

É um problema dos pais? Dos filhos? De Ambos? Ou … não é problema?...
 
 
Bastou um século para que os padrões educacionais reflectidos nos relacionamentos entre pais e filhos sofressem alterações profundas. Essas alterações não só acompanharam as alterações verificadas na sociedade em geral como são o fruto dessas mesmas mutações.
 
Se até meados do século XX a família mal acompanhava a educação das crianças porque estas eram obrigadas a trabalhar desde bem novas e a pouca educação que era dada era gerida sob o espectro da violência e onde não havia lugar para mimos, depois de algumas reviravoltas, verifica-se que actualmente é frequente ver os pais e os avós no pouco tempo que têm com as crianças, a estragarem-nas com mimos, muitas vezes com o mero e mesquinho objectivo de ganhar a sua amizade.
 
Tal como em qualquer um dos aspectos que estejam relacionados com a educação, também na questão dos mimos existem vozes dissonantes, de um lado estão os que defendem que os mimos nunca são demais, pois a criança terá tempo para se ver a braços com as situações menos agradáveis e do outro lado estão os que defendem que os excessos de mimos são o primeiro passo para criar adolescentes ou adultos problemáticos.
 
As birrices da meninada e o choro compulsivo de crianças procurando atingir a fragilidade emocional dos progenitores com o único objectivo de conseguir a satisfação dos seus caprichos levou-me a procurar um artigo sobre esta matéria, foi assim que cheguei ao site do jornal diário publicado no Brasil, “ZERO HORA” em www.zerohora.com.br  e a um artigo sobre meninos mimados aí publicado que tem o link http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1761851.xml&template=3898.dwt&edition=9267&section=807
e que passo a trancrever:
 
 
 
ZERO HORA 
10 de Fevereiro de 2008 | N° 15506 
Comportamento
 
Debaixo da asa não é o melhor lugar
 
Filhos muito mimados podem ter problemas de relacionamento e aceitação no futuro. Você mima muito o seu filho? Faz e dá tudo o que ele pede? E, ainda assim, ele é agressivo? Saiba que a atitude de alguns pais pode transformar filhos em verdadeiros tiranos. É possível amar tanto os filhos sem perceber que os constantes pedidos e exigências deles não são razoáveis e consomem mais tempo e energia do que deveriam? Os pais também precisam se perguntar se, ao amar e ceder tanto, não estão fechando os olhos para problemas de comportamento que, no futuro, podem impedir seus filhos de serem aceitos socialmente, prejudicá-los em seu rendimento escolar e até dificultar um relacionamento a dois.
 
Segundo a psicóloga Maggie Mamen, autora do livro The Pampered Children (Crianças Mimadas, em tradução livre), basta olhar ao redor, em qualquer espaço público, para perceber que tudo isso é possível e que, provavelmente, já se trata de uma realidade endémica.
 
De acordo com a especialista britânica radicada no Canadá, esse fenómeno se deve, em parte, às "actuais correntes de pensamento centradas na criança, que contribuem para a construção de um pedestal instável do qual nossos filhos correm o risco de cair". Maggie diz que vivemos numa sociedade centrada nas crianças, em que suas exigências e necessidades são cada vez mais prioritárias que a harmonia matrimonial ou familiar.
 
- Graças à contribuição de muitos profissionais, entre os quais se encontram psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, pediatras e assessores, e ao apoio entusiasta dos meios de comunicação, de fabricantes de produtos e dos publicitários, as crianças têm tanto poder que os pais se sentem impotentes e ineficazes - destaca a psicóloga.
 
Por conta disso, muitos pais pensam que dizer não significa ser mau, limitador ou excessivamente autoritário, porque foram levados a crer que impor a uma criança algo que ela não quer fazer ou que a fará se sentir triste ou desconfortável praticamente equivale a maltratá-la.
 
Para a especialista, os pais de hoje se sentem culpados por passar pouco tempo com seus filhos. Por isso, as crianças tomaram o controle da família, a ponto de decidirem o que se come e qual o lazer de todos. Ainda segundo Maggie Mamen, os adultos muitas vezes poupam os filhos da responsabilidade e das consequências das escolhas que estes fazem.
 
Consequentemente, na visão da psicóloga, crianças mimadas não costumam ser expostas a determinadas situações dentro de seu núcleo familiar e têm problemas quando lidam com elas fora da protecção da família. Fica o conselho: pais, assistentes, professores e outros responsáveis devem levar esse factor em consideração quando traçarem sua estratégia educativa.
 
 
MARÍA JESÚS RIBAS | EFE
 
 
 
  
Prepare para a vida
 
 
- As crianças devem saber que, às vezes, é preciso sofrer um pouco para ser recompensado mais adiante.
 
  
- É preciso fazê-las ver que não há como ter tudo o que se quer de uma só vez e que nem sempre ganhamos aquilo que queremos.
 
  
- Ensine que a paciência tem sua recompensa e cumpra suas promessas.
 
  
- Para que as crianças aprendam a lidar com um período sem actividades ou com situações entediantes, monótonas e normais, os pais devem submetê-las a tais experiências.
 
 
- As crianças devem saber que é responsabilidade dos pais protegê-las de suas decisões quando estas são perigosas, pouco saudáveis ou imorais. E que os pais têm o direito de impedi-las e desautorizá-las.
 
  
- Seu filho tem o direito de participar das decisões que dizem respeito a ele, mas há algumas questões que só os adultos devem conduzir.
 
  
- É preciso mostrar que a vida não é sempre justa e que, às vezes, simplesmente é preciso ter que aguentar certos desdobramentos.
 
  
- Tenha consciência de que as conquistas pessoais, a superação da adversidade e o aprendizado com os erros são experiências valiosas, que contribuem para melhorar a auto-estima, a humildade e o auto-conhecimento dos filhos.
 
 
Fonte: Maggie Mamen, psicóloga
 
 
 

 

 

 

 
 ZERO HORA.JPG
 
ZERO HORA
 
[Jornal Diário Brasileiro]
 
ou
 
 
publicado por raio às 00:00

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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Momento de Poesia ...

e de Amor

 

PAI

 

Falar sobre pai é falar de amor...

Sentir sua falta é algo inexplicável.
Mas, tentarei expressar esta saudades,
Através dessas humildes palavras com muita dor.
Pai... Sinto a tua falta


TAMBÉM
Da tua voz
Do teu olhar sereno com doçura;
Daquelas tardes passadas na oficina junto a ti
Fazendo os trabalhos da escola
Das tuas mãos
Que me aconchegavam a roupa quando dormia
Do teu ar sério e meigo

Pai, com tua proteção eu nada temia!

E teus conselhos eram para o meu bem..
Pai eu tenho tanta saudades!

Pai daria tudo para poder  ter-te novamente:

Tua mão segurar;
Tua voz ouvir;
Podermos conversar
Contar um pouco da minha vida
Dar as novidades
Tenho tanto para te dizer
E ter uma nova chance de dizer: ADORO-TE PAI

Pai e Mãe..... Não deveriam jamais morrer. 
 
TiBéu
de www.tibeu.blogs.sapo.pt

 

publicado por raio às 23:59

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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

Sexualidade ...

Infantil
 
Ao procurar informação sobre a sexualidade infantil encontrei no site brasileiro “Guia do Bebé” em http://guiadobebe.uol.com.br um texto desenvolvido sobre o tema na página http://guiadobebe.uol.com.br/bb2a3/sexualidade_infantil.htm .
 
Inicialmente pensei fazer somente uma menção ao referido texto e apresentar um resumo do artigo, mas a sua intensidade, qualidade homogénea e a excelência dos assuntos abordados, fizeram-me optar pela sua reprodução na totalidade.
 
 
Sexualidade Infantil
 
Procurarei colocar para vocês alguns pontos importantes sobre sexualidade infantil, baseando-me em minha prática clínica no consultório e com grupos de mães, onde sempre aparecem dificuldades nesta área, seja através de pais aflitos com seus filhos ou mesmo de adultos que trazem algumas questões de ordem sexual que se originaram na infância e adolescência.
 
Já faz quase um século que Freud descreveu a sexualidade infantil, escandalizando a sociedade daquela época. Desde então, muito se estudou e falou sobre este assunto e, mais recentemente, com a inclusão da educação sexual nas escolas, os pais estão se dando conta de que as antigas fórmulas de "se livrar" do problema já não funcionam mais.
 
As crianças sofrem cada vez mais a influência da TV, de amigos, de parentes, de babás e empregadas, muitas vezes recebendo noções erradas e prejudiciais. Se nós, os pais, conseguirmos manter um canal aberto com nossos filhos, poderemos discutir e intervir no que não nos parecer correcto.
 
Frequentemente temos dúvidas sobre o que responder e até onde responder às perguntas de nossos filhos. Queremos que nossos filhos sejam mais bem preparados do que fomos, e que vivam sua sexualidade de forma mais consciente, mas não sabemos como fazê-lo. É importante, primeiro, que nos remetamos às nossas próprias dúvidas a este respeito quando éramos crianças e a como teríamos gostado que tivesse sido nossa orientação. Desta forma fica mais fácil entender a curiosidade de nossos filhos.
 
A sexualidade é uma coisa natural nos seres humanos, é uma função como tantas outras. Frequentemente estimulamos a evolução de nossos filhos em vários aspectos (comer sozinhos, andar, ler...), mas com a sexualidade somos cuidadosos e até mesmo preconceituosos. A criança fica com a sensação de que faltam pedaços em seu corpo - elogiamos olhos, perninhas, cabelos e outros, mas não falamos em seus órgãos sexuais.
 
Educação sexual é um processo de vida inteira: teremos tempo de melhorar o que não conseguirmos explicar da forma como gostaríamos. Não é fácil para pais que não foram educados desta forma em sua infância, mas o importante é tentar melhorar a educação que possam oferecer a seus filhos. É bom saber que, assumindo ou não a tarefa de orientá-los, conversando ou não, estaremos dando educação sexual. Dependendo da atitude dos pais, as crianças aprendem se sexo é bonito ou feio, certo ou errado, conversável ou não.
 
Há até bem pouco tempo, dizia-se às crianças que elas teriam vindo trazidas pela cegonha, ou que haviam sido compradas no hospital, ou ainda que teriam brotado de uma flor, etc. Hoje, sabemos que não há necessidade de mentir às crianças, mesmo porque elas são muito mais espertas, recebem informações de várias fontes, e, portanto, estas "mentirinhas bobas" só servirão para nos desacreditar ante os nossos filhos. Não pode ser considerado feio falar de algo que é natural. O melhor a fazer é falar a verdade, introduzindo neste momento palavras científicas ( pénis, vagina) para que possamos mostrar a seriedade do assunto, evitando assim gozações, malícia, palavras de duplo sentido.
 
Inicialmente, as dúvidas das crianças dizem respeito às diferenças anatómicas entre os sexos e ao nascimento propriamente dito. Elas fazem suas próprias teorias sexuais, hipóteses acerca de como os bebés vão parar nas barrigas de suas mães. Aos poucos, estas teorias vão sendo questionadas e surgem então as dúvidas a respeito de como são produzidos, enfim, os bebés.
 
As respostas devem ser simples e claras, não havendo necessidade de responder além do que lhe for perguntado. Dar respostas insuficientes faz com que a criança pergunte mais e mais ou, ainda, que vá procurar as respostas em outras fontes nem sempre confiáveis; por outro lado, dar respostas extensas demais, do tipo "aula completa", também não é indicado, é preciso buscar respostas de acordo com o que a criança for solicitando. É importante ficar claro o que exactamente ela gostaria de saber, para que a medida da resposta seja suficiente. A própria criança dará os sinais do momento mais adequado de saber cada coisa.
 
Alguns de vocês podem estar se perguntando: "Será que tanta informação não acabará por estimular na direcção errada?", ou então pensar: "Eu não recebi educação sexual alguma e estou muito bem". Contrariando preconceitos, pesquisas mostram que crianças esclarecidas tendem a ser mais responsáveis e a adiar o início de sua vida sexual (até porque sua curiosidade foi devidamente saciada) até que amadureçam, possam fazer uso de anticoncepcionais e escolher o parceiro certo.
 
As outras vantagens de conversar com os filhos sobre sexo desde as primeiras dúvidas são: aumentar a intimidade e a afectividade entre si; abrir caminhos para que se possa conversar sobre tudo; informar correctamente, reduzindo as fantasias e a ansiedade delas decorrente; e, por fim, prevenir futura gravidez indesejável e contaminações por doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis e a AIDS, entre outras.
 
Muito importante será nossa atitude ao responder às perguntas: o tom de voz, a segurança nas informações, o fato de estarmos ou não à vontade, tudo isto é captado pela criança também sob a forma de informação.
 
Há ainda a frequente dúvida sobre quem deve falar com a criança. O ideal será sempre que o casal possa fazer isto junto, pois oferecerão visões diferentes e enriquecedoras, mas dependerá da identificação que a criança tiver com os pais ou com um deles em especial naquela fase da vida, ou, ainda, do temperamento de cada um. Pode ser mais fácil para um dos dois tocar neste assunto, evitando o "jogo do empurra". Ajudará muito o casal discutir claramente entre si antes de conversar com a criança.
 
É possível que vocês se perguntem: "Que palavras usar?". Não é necessário ser especialista, mas acessível. À criança de menos de cinco anos, é preciso ser mais claro e preciso, já as maiores podem compreender uma informação mais elaborada. Não é preciso ser especialista para dar uma informação suficientemente boa. O facto é que estaremos no caminho certo se nossos filhos pensarem: "Vou perguntar a mamãe e papai que eles sempre me respondem". Se por acaso não puderem responder no momento, esclareçam qual é a dúvida e digam que responderão assim que puderem. Não finjam que "esqueceram" de responder. Se sentirem vergonha, digam. Pais humanos permitem uma maior identificação e autoconfiança.
 
O abuso sexual é um assunto que geralmente gera desconforto, mas é fundamental que seja abordado nos dias de hoje, em que vemos os mais assustadores casos de perversão. O abuso geralmente é cometido por adulto pervertido ou criança mais velha que tenha sido abusada sexualmente. Para proteger nossos filhos, é preciso transmitir a eles a noção de que sexo não é feito entre criança e adulto ou criança mais velha, mas entre adulto e adulto, e que o amor melhora tudo porque torna mais completo. Segundo pesquisas, há alguns sinais mais claros de que houve abuso sexual com uma criança, que são a hiperexcitação, os pedidos à mãe para que brinque com seu órgão genital ou ao irmão ou coleguinha que coloque a boca em seu pénis / vagina , apatia generalizada, somados a sinais de medo. No caso de perceber que a criança apresenta medo, é preciso garantir-lhe protecção e não castigo. É preciso incluir sempre o amor ao passar estas informações às crianças. Às vezes ficamos tímidos em demonstrar intimidade em casa, diante de nossos filhos, e acabamos sem perceber por desvincular a noção de amor da de sexo, o que, em tempos de revistas, programas e outros apelos sexuais cada vez mais em evidência e à mão, acaba por contribuir para a banalização do sexo. Aos poucos, vai se tornando possível esclarecer que pode haver vida sexual sem gerar filhos.
 
Dormir na cama dos pais é absolutamente contra-indicado; é necessário firmeza neste sentido. A cama dos pais pode ser o lugar perfeito para gostosas brincadeiras antes de dormir, ou ainda quando a família acorda pela manhã, mas não é recomendável que o filho tome o lugar de um dos pais ausente à cama, pois erotiza a criança de forma inadequada: elas fazem fantasias que não são benéficas ao desenvolvimento emocional. É preciso também dar a noção de privacidade aos filhos. Se a criança alegar medo, é preferível que um dos pais vá até a cama dela e a tranquilize, voltando à sua cama em seguida.
 
Sobre a nudez dos pais na frente da criança, o importante é buscar proceder da maneira mais espontânea possível, permitindo à criança a percepção das diferenças entre os sexos. É preciso usar o bom senso e a honestidade. A curiosidade diminuirá com o tempo, a partir dos seis ou sete anos a criança começará a ter pudor. O fundamental é ficar claro que a naturalidade permite uma visão saudável da sexualidade.
 
O desenvolvimento da sexualidade humana começa com o contacto físico, quando os bebés são segurados e acariciados. Os órgãos do sentido tem íntima relação com o centro sexual do cérebro e por isto a sucção ou o contacto da pele provocam excitação nas crianças. Isto é necessário e natural que aconteça; não se deve privar o bebé de contactos corporais, o que não prejudicará nem tampouco estimulará inadequadamente a criança. A auto-exploração ou masturbação é outra experiência fundamental para a sexualidade saudável. A criança cedo aprende a brincar e a tirar prazer de seu próprio corpo, e isto faz parte de seu desenvolvimento tanto quanto engatinhar, andar ou falar. A experiência da auto-exploração só trará prejuízos se for punida ou se a criança sentir-se culpada por esta actividade natural. Cabe aos pais ignorar ou manifestar compreender o prazer que ela tira daquela experiência. Esta é apenas mais uma fase, e como tal tende a dar lugar a outras. Se a criança fizer isto na sua frente ou na de outras pessoas e você ache inadequado, diga que entende ser gostoso, mas que aquele não é o local certo, ensinando-lhe a noção de privacidade. É preciso ficar atento se a criança se masturba em público ou excessivamente. Ela pode estar se utilizando deste recurso para chamar a atenção dos pais para algum problema, que pode não ter nenhuma conotação sexual. Caso não consigam compreender sozinhos, peçam a ajuda de um profissional.
 
Aquela antiga história de separar meninos e meninas em grupos diferentes no que se refere à sexualidade, estereotipando os papéis, também traz sérias implicações. Como se não bastasse o faco de negar o igual direito ao prazer no futuro sexual, é preciso saber que meninas passivas, educadas para a submissão, se tornam presas fáceis de abusadores sexuais; por sua vez, os meninos precisam ter espaço para demonstrar suas emoções, o que os prepara para ser pais afectivos.
 
Os jogos sexuais infantis têm para a criança um sentido diferente daquele dado pelo adulto, e jamais deve acontecer com crianças de idades diferentes, para que não haja coerção.
 
O aprendizado de palavrões é um facto comum entre as crianças a partir de quatro ou cinco anos. Em geral, repetem o que percebem ser proibido, embora não tenham a mínima ideia de seu significado. Em geral, esclarecer seu significado ajuda a criança a deixá-lo de lado e, mais uma vez, a aproxima de seus pais com quem poderão sempre contar para esclarecer suas dúvidas. Ensinar a criança que não é preciso imitar comportamentos inadequados desde pequena é extremamente importante, até para que futuramente ela não se sinta tentada, por coerção de grupos, a mostrar comportamentos que não sejam de sua livre e espontânea vontade, como fazer uso de cigarros, drogas e outros.
 
Os meios de comunicação, que nos bombardeiam com programas de baixa qualidade, músicas erotizantes e danças de igual quilate, são hoje um grande impasse na educação de nossos filhos. Como evitar que a criança seja vítima desta superexposição inadequada do sexo e que assim se sexualize precocemente? O mais importante, actualmente, é que os pais tenham claro o tipo de orientação que desejam para seus filhos, e que lhes ofereçam outras opções de entretenimento. Buscar programas interessantes que estejam de acordo com a sua faixa etária, comprar discos infantis e roupas que estejam de acordo com sua idade são medidas que, se não evitam de todo, uma vez que a criança vive entre outras, ajudam a formar uma educação sexual mais adequada, garantindo-lhes no mínimo maior protecção. É preciso ainda que os pais fiquem atentos às mensagens contraditórias: estimular excessivamente as crianças no sentido do amadurecimento precoce, "queimando etapas", pode ser perigoso, pois elas podem perder o interesse por brincadeiras infantis, passando a imitar comportamentos adequados a "mocinhas e rapazinhos", o que inclui invariavelmente seus aspectos sexuais.
 
Ao final desta exposição, talvez vocês percebam que poderiam ter feito melhor pela educação sexual de seus filhos, ou evitado algumas bobagens. Não devemos nos culpar por isto. Não nascemos sabendo e somos frutos da educação que tivemos. Assim como nossos pais, certamente fazemos o melhor que somos capazes, e será muito bom que possamos ter a oportunidade de repensar algumas situações e atitudes.
 
 
Fernanda Roche
Psicóloga clínica - CRP 05/17857
 
Bibliografia:
Heglen, Sten. Pedro e Carolina - Imago editora
Suplicy, Marta. Papai, mamãe e eu -FTD
Maldonado, Maria Teresa. Comunicação entre pais e filhos - Vozes editora.
Pikunas, J. Desenvolvimento humano - Mc Graw Hill
Winnicott, D.W. A criança e seu mundo - Zahar editores
 

 

Guia do Bebé
 
publicado por raio às 08:58

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